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sábado, 1 de setembro de 2012

Comprar no sinal com cartão? Agora dá


Quem quer comprar carregador, capa de celular, suporte para GPS e outras bugigangas entre a abertura e o fechamento...



Comprar no sinal com cartão? Agora dáQuem quer comprar carregador, capa de celular, suporte para GPS e outras bugigangas entre a abertura e o fechamento do semáforo já tem como opção de pagamento até cartões de débito e crédito. O ambulante Juarez Nascimento, de 21 anos, abriu firma, CNPJ e conta empresarial para oferecer essa comodidade aos clientes, enquanto se espreme com máquina atravessada no peito entre retrovisores no cruzamento da Avenida Vereador José Diniz com a Rua Doutor Jesuíno Maciel, no Campo Belo, zona sul de São Paulo.

Mais que um "pioneiro" na modalidade "cartão no semáforo", Nascimento foi pragmático. "Por causa dos assaltos, ninguém mais anda com dinheiro. Com a maquininha, o cliente não tem desculpa se quiser comprar alguma coisa",

disse o ambulante, que paga R$ 110 mensais à operadora da máquina e vende até R$ 60 por dia no cartão. Ele só não parcela.

A forma de pagamento inusitada para quem está no meio do trânsito divide a opinião dos motoristas. "Acho que compraria, porque não é a primeira vez que o vejo por aqui, já o conheço", disse o supervisor de segurança Daniel Rodrigues, de 43 anos.

A facilidade não atrai o empresário Wagner Pisciottano, de 50 anos. "Eu teria medo de ele sair correndo no meio do trânsito com o meu cartão."
E se o sinal abrir no meio da transação? "Eu peço para o cliente parar do outro lado, que vou buscar", explica Nascimento. E qual a garantia de que o cartão não será clonado? "Meu nome é limpinho como seda branca, tanto que consegui abrir a conta e registrar a máquina. Estou aqui para trabalhar. Quem garante que em uma loja bacana o cartão não será clonado? Nunca tive problema com ninguém." As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.


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domingo, 26 de agosto de 2012

Deixe as regras de lado e seja feliz


Deixe as regras de lado e seja feliz


Na vida de qualquer pessoa, é natural e quase automático seguir determinadas regras. Ainda pequenos começamos a aprender o que podemos e o que não podemos fazer ou falar em determinados lugares, como andar na rua, como pedir, como agradecer, como se desculpar, fora uma imensa lista de outras coisas cotidianas. A grande maioria dessas regras foi inventada pela nossa cultura, e devemos simplesmente aceitá-las, a menos que queiramos ser repreeendidos. Assim sendo, enquanto uma criança tem a “licença” para se sujar ao comer, espera-se que um adulto não se suje nas refeições.

Existem, no entanto, algumas regras mais “básicas” do que outras. Saber comer ou pedir “por favor”, por exemplo, são exemplos destas. Outras, por sua vez, não são tão “obrigatórias” assim, havendo a possibilidade de cada um fazer do seu jeito. Se todos nós somos “obrigados” a sair na rua usando roupas, o estilo que cada um vai usar é variável, cada pessoa escolhendo o seu.

Há ainda regras que sequer são regras. Estas podem ser vistas como conselhos, sugestões, opiniões, e que podem ser ou não aceitos, sem consequências objetivas diante do descumprimento. Todo mundo sabe, por exemplo, que é importante comer alimentos saudáveis, porém isto está longe de ser uma norma. Cada um faz o que quer, em sintonia com sua própria consciência.

Acontece, porém, que às vezes, sem que percebamos, encaramos estas sugestões/opiniões/conselhos como normas rígidas, e acabamos seguindo-as à risca, como se não pudéssemos fazer diferente. O resultado, em muitos casos, é que acabamos nos cansando do que nós mesmos inventamos que precisamos fazer. Nos sentimos, portanto, escravos das regras que sequer são regras.

Fazer exercício é um bom exemplo. É evidente que todo mundo sabe que faz bem, é um hábito saudável, que traz inúmeros benefícios. Quando o exercício se torna uma obrigação, no entanto, ele acaba se tornando insuportável, mesmo que seja algo de que gostemos muito. Beber muito e com frequência é outro exemplo. Ninguém tem dúvidas de que esse hábito pode prejudicar a saúde, mas se uma pessoa se priva completamente de tomar um vinho ou uma cerveja (ou qualquer outra bebida!) socialmente, ocasionalmente, apenas para relaxar, pode se sentir privada de um prazer. Com a comida o princípio é o mesmo. Se ninguém duvida que comer doce demais pode nos levar a engordar, radicalizar e cortar completamente o doce pode nos levar ao desespero!

Isso tudo sem falar nas regras que inventamos para os relacionamentos. Quantas vezes nos roemos por dentro querendo ligar para algum(a) pretendente, mas não o fazemos “senão ele(a) vai pensar que sou isso ou aquilo”? Quantas vezes escolhemos criteriosamente o que vamos dizer durante um encontro, para passarmos a impressão de sermos pessoas corretas, dignas, interessantes? Existem também regras para quando dizer “eu te amo”, quando pedir em namoro, quando fazer sexo pela primeira vez, quando apresentar o(a) namorado(a) para a família...

É tanta regra, para tanta coisa, que podemos acabar vivendo conforme uma espécie de manual. E é claro que viver assim cansa! Por isso, que tal tentar ser mais flexível e não seguir tudo isso tão à risca assim? Que tal encontrar um meio termo entre ter regra para tudo e não ter regra nenhuma? Que tal ficar só com as regras essenciais, e abolir as demais do cotidiano? Faz bem sair da rotina, faz bem transgredir de maneira saudável, faz bem agir mais com o coração do que com a razão. Tente fazer esse exercício: deixe que os seus sentimentos ditem as regras, e seja feliz!

Este artigo foi escrito por:

Dra. Mariana Santiago de Matos
Psicóloga

Currículo

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quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Ex-marido de Amy Winehouse entra em coma por overdose

Cantor Blake Fielder-Civil está correndo risco de morte


Ex-marido de Amy Winehouse entra em como por conta de overdose

RIO DE JANEIRO - O cantor Blake Fielder-Civil está em coma induzido em um hospital na Inglaterra. O ex-marido de Amy Winehouse deu entrada no local na terça-feira (7) por conta de uma overdose provocada pela mistura de drogas e um coquetel de pílulas.

Segundo o jornal “The Sun”, o músico deu entrada no local com falência múltipla de órgãos e seu estado de saúde é bem grave. O rapaz corre risco de morte.

'Os médicos falaram que não sabem o prognóstico. Eles falaram que o colocaram em um coma para ajudá-lo e para prevenir uma infecção. Estou rezando para ele sobreviver, mas estou tendo que me preparar para a chance de ele nunca mais acordar', contou Sarah Aspin, mãe do cantor.


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terça-feira, 7 de agosto de 2012

Deputados devem pedir cassação de serviços da TIM no País

Deputados devem pedir cassação de serviços da TIM no País~

CURITIBA - A empresa de telefonia TIM - alvo de duas ações simultâneas - uma por parte da Comissão de Defesa do Consumidor na Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) e outra da Promotoria de Justiça de Defesa do Consumidor do Ministério Público do Paraná, terá sua concessão de serviços questionada na Câmara Federal.

O objetivo do presidente da comissão, deputado estadual Leonaldo Paranhos (PSC) é se reunir no dia 28 deste mês com o deputado federal Edmar Arruda (PSC) relator da Subcomissão de Telefonia Móvel da Comissão de Fiscalização Financeira e Controle da Câmara, e também com a bancada do partido; para que os serviços da TIM sejam suspensos no país. "É um estelionato o que a TIM tem feito e aqui no Paraná não é diferente. O governo federal tem que cassar a concessão pública da TIM", disse Paranhos.

Além da TIM, as operadoras Vivo, Claro e Oi também estão na mira do Ministério Público. Nesta terça-feira a Promotoria de Justiça de Defesa do Consumidor instaurou um inquérito civil contra elas para checar se cumprem no estado o plano geral de metas e qualidades exigidos pela Anatel, que também deverá prestar esclarecimentos ao MP.
No caso da TIM, ambas as ações ainda não tiveram resposta do Judiciário. A ação da Alep foi protocolada na Justiça Federal e distribuída para o desembargador João Pedro Gebran Neto enquanto ao do MP está sob julgamento da juíza Patrícia de Fusio Lages de Lima, da 11ª Vara Cível.
Na ação do MP, os promotores de Justiça Maximiliano Ribeiro Deliberador e Michele Rocio Maia querem que seja determinado o cumprimento às metas de qualidade e que a empresa seja proibida de vender novos contratos no estado enquanto as metas não forem respeitadas.

Liberação das vendas
Paranhos também criticou a postura da Anatel. Segundo ele, a liberação da suspensão das vendas por parte da TIM, onze dias depois; próxima ao feriado de Dias dos Pais soa estranha. "Estamos fazendo esse trabalho desde novembro do ano passado, quando ocorreram audiências públicas com as operadoras e a Anatel. Todo o estudo foi entregue para a agência. Com base no relatório, o que acontece com a TIM não é a falta de qualidade no serviço, mas má intenção. E como agora a Anatel libera, sem ter melhorado em nada o serviço e com essas denúncias no relatório?", questiona.

Desligamento
Em um trecho do relatório da agência, ela própria reconhece as falhas da concessionária, em especial do Plano Infinity. "(...) o desligamento do "Plano Infinity" é 4 (quatro) vezes superior ao do "Plano Não Infinity". Isto é: existe um acréscimo de 300% (trezentos por cento) de quedas das chamadas provenientes de tarifação por ligação em comparação às por tarifação por minuto" "A que possui menor taxa de desligamento é aquela em que a prestadora receberá cada vez mais pela utilização, não sendo vantajoso, para esta, o desligamento".
Em análise do MP, "em apenas num único dia (08/03/2012), um total de 8.179.142 usuários foram afetados, em todo Brasil, por desligamentos provocados pela rede da prestadora. E deste total, foram gastos pelos usuários, R$ 4.327.800,50, num único dia, por serviços não prestados na sua totalidade, pela operadora", informa.
No Procon paranaense não houve ação conjunta de usuários contra a TIM, mas desde o início do ano o órgão registrou 149 processos administrativos contra a empresa e encaminhou outras 999 pessoas para acordos.


Fonte: Ir para página inicial do MSNESTADÃO




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domingo, 29 de julho de 2012

Governo terá plano de proteção de R$ 9,6 bi para locais estratégicos



Projeto vai defender usinas nucleares e hidrelétricas

O Brasil terá um sistema completo de proteção das instalações estratégicas do País, que será capaz de evitar invasões...
Governo terá novo plano de proteção de R$ 9,6 bilhõesO Brasil terá um sistema completo de proteção das instalações estratégicas do País, que será capaz de evitar invasões como a que ocorreu na usina hidrelétrica de Tucuruí, no Pará, em fevereiro de 2008, quando integrantes do movimento dos atingidos por barragens chegaram à sala de operações e ameaçaram parar a distribuição de energia em grande parte do País.

Trabalho permanente. "O Exército deixará de trabalhar só na crise, mas de forma permanente, agindo preventivamente, diminuindo a vulnerabilidade das instalações estratégicas do País e de forma interligada com todos os órgãos responsáveis pela segurança do País", disse o general José Fernando Iasbech, gerente do Proteger.
Para a instalação do projeto, no entanto, conforme o general Peri, serão necessários mais meios e poderá haver necessidade de aumento de pessoal. Ele espera que os recursos para o projeto sejam incluídos na Lei Orgânica de Assistência Social (Loas) de 2013. O general Iasbech diz que, para começar a instalação do projeto-piloto na Brigada de Cascavel, já foram liberados R$ 79 milhões para a compra de equipamentos para 500 integrantes do Exército, além de viaturas, barracas e equipamentos de comunicação.

O comandante do Exército acrescentou que "esta Brigada vai receber carros de combate Urutu novos, enquanto os Guaranis não chegam e será contemplada com prioridade também no recebimento de armamento individual novo, equipamentos de comunicação, como estações rádio e rádios de comunicação individual para que todos sejam interligados". Há ainda R$ 41 milhões contingenciados, aguardando a liberação. A prioridade é para a aquisição de produtos nacionais.

Na apresentação para Dilma, o general chamou a atenção que o novo projeto do Exército objetiva proteger 56% da matriz energética do País e, no caso de petróleo e gás, a produção de mais de 20 milhões de metros cúbicos de petróleo e derivados em terra, além de 20 mil quilômetros de dutos em operação e mais de 100 mil quilômetros de linhas de transmissão, sendo que só Itaipu é responsável por 17% da energia elétrica produzida no Brasil.
Alvos. Mas a proteção se estenderá ainda a todos os terminais portuários e aeroportuários, termelétricas e todo tipo de projeto estratégico, estruturas que correspondem a mais de 92% do PIB nacional. No total, são 371 locais que precisam ser permanentemente monitorados, 689 considerados de alto relevo e 13.300 classificados como de infraestrutura crítica.

Ainda segundo o gerente do Proteger, há empresas da área de hidrelétricas que já pedem auxílio aos peritos do Exército. "Já é o início do projeto na base de operação", disse o general.
O emprego da força federal, explicou, sempre ocorrerá após serem esgotados os meios locais, "porque o Exército não vai virar guarda patrimonial". Antes do emprego federal, comentou, as empresas têm suas seguranças próprias, há os órgãos de segurança pública, e, somente quando esgotados os recursos locais, o Exército estará pronto para entrar imediatamente, por meio da unidade militar mais próxima do empreendimento. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.

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domingo, 22 de julho de 2012

Acusada por desvio de verba, Secco ainda luta por dinheiro confiscado



Deborah tem quase R$1 milhão de reais confiscados


Deborah Secco luta por dinheiro confiscadoDenunciada por desvio de dinheiro público, a atriz Deborah Secco continua a luta pelo desbloqueio de seus bens e de R$ 976 mil pela justiça.


Segundo o jornal “Extra”, o juiz Alexandre de Carvalho Mesquita, da 3ª Vara de Fazenda Pública, enviou no dia 25 de junho um ofício ao desembargador Luiz Felipe Francisco, 

da 8ª Câmara Civil, perguntando se deveria ou não aceitar a liberação dos bens da atriz depois que ela, seus irmãos Barbara e Ricardo e sua mãe, Silvia, pediram a suspensão da ação.
Deborah foi denunciada há pouco mais de dois anos pelo Ministério Público (MP), sob a acusação ter lucrado mais de R$ 1 milhão em um esquema de desvio de verba pública, envolvendo contratação de profissionais da Fundação Escola do Serviço Público (Fesp). Para puni-la, a justiça estabeleceu que todo o dinheiro fosse confiscado e as contas bancárias da atriz fossem bloqueadas.

Teria sido depositado na conta pessoal de Deborah dois cheques — um de R$ 77.191 e outro de R$ 81 mil. Na conta da Luz Produções, em que a atriz é dona de 99% das ações, foram mais R$ 163,7 mil. Seus irmãos e sua mãe Sílvia ainda teriam recebido R$ 282,5 mil. Já o pai e a esposa, Angelina, receberam R$ 453 mil.
Até o momento, Secco só tem acesso à conta bancária em que a TV Globo deposita o seu salário.
Ainda de acordo com a publicação, nem a atriz nem seu advogado, Rodrigo Soares, quiseram comentar o assunto.
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segunda-feira, 16 de julho de 2012

Microsoft apresenta o novo Office 2013

Lançamento do Office 2013 aconteceu nesta segunda-feira+ Veja algumas imagens das novas telas do Office

[Hands-on] Novo Office 2013

O novo Office 2013 foi disponibilizado para todos os usuários. Ainda em versão "Consumer Preview", ele traz melhorias interessantes.
Office 2013

Alguém ainda realmente quer usar o Microsoft Office? Claro que não. É uma ferramenta de trabalho. É um utilitário. Mas ele precisa ter um jeitão de utilitário? Precisa ser tão frio, sem vida? Não — não mais. O novo Office é o melhor Office.
O Office 2013, liberado hoje como um “Consumer Preview” para o vindouro Windows 8, está em uma posição difícil. O Office tem sido meio ruim já tem algum tempo — pesado, carregado, encrustado de recursos e mal projetado. A tentativa da Microsoft de simplificar tudo com a interface Ribbon apenas confundiu mais as pessoas, espalhando a bagunça em novos locais em vez de juntar tudo. Isso não é bom para ninguém.
Mas as coisas estão mudando na Microsoft, certo? Sem alarde, a empresa tem feito softwares mais bonitos e modernos, radicalmente diferente de qualquer coisa feita no passado. Windows Phone! Windows 8! Metro! É tudo muito empolgante e prazeroso aos olhos, atributos que nunca usaríamos para descrever um processador de textos ou planilha eletrônica. Então como a Microsoft traz esse novo espírito de respeito aos pixels ao Office sem alienar a todos que o consideram uma ferramenta de trabalho e nada mais? As pessoas não gostam de ter suas rotinas molestadas — se você usa a mesma chave de fenda por 15 anos e de repente ela parece e se comporta de um jeito totalmente diferente, talvez você a jogue fora.
Assim, a Microsoft tomou uma rota sutil e esperta para tirar o Office do século XX. Ela percebeu que o usaremos em tablets e desktops — ou talvez até em desktops que aceitam toques na tela. Ela percebeu  que usaremos o novo Office junto com um menu Iniciar Metro totalmente novo. Ela percebeu que as pessoas têm uma certa tolerância à feiura — que nossos software do dia a dia no trabalho não deveria ter o mesmo efeito psicológico que uma lâmpada florescente.
Então, aqui está a nova tentativa de tornar o Office tolerável, mas mais que isso, de fazê-lo parte da renascença estética da Microsoft. Funciona? Mais ou menos.
O Office ainda é o Office, totalmente. O Word é uma ferramenta para escrever, o Excel é uma ferramenta para planilhas e o PowerPoint é uma ferramenta para entediar todo mundo com apresentações. Nenhum deles foi totalmente reformulado — você ainda estará em águas mornas e familiares quando abrir parte do Office — mas cada um deles foi pelo menos parcialmente redesenhado. Soa superficial porque é, mas cada app pelo menos lembra o Metro, embora não absorva as suas novas funcionalidades. Novamente, essa é provavelmente uma coisa boa que evitará que os usuários do Office tenham ideias suicidas, mas é um pouco decepcionante constatar a falta de imaginação aqui enquanto a mesma empresa esbanja audácia no resto do seu software. As admiráveis mentes que decidiram sobre o Windows 8 não estão presentes aqui.

Steve Ballmer

Isso não impede o Office de ser a melhor versão que já usamos. Aquelas faixas da Ribbon horríveis estão menores e caixas de formatação podem ser totalmente ocultadas com um clique (ou toque!). Sim, toques. Com um sistema que habilita toques, você se verá não só capaz, mas querendo e empolgado pra tocar seu trabalho em conjunto com o mouse (ou só com os dedos), em grande parte graças a um botão de menu que alterna cada programa para um “modo de toques”, com pedaços da interface mais gordinhos e menus mais largos que ficam mais fáceis de acertar — embora o teclado virtual aparecendo toda hora seja ruim e, ironicamente, o menu que habilita o modo de toques seja bem pequeno e difícil de tocar.
Às vezes parece melhor deslizar pela tela. Às vezes ela é super funcional, como no caso do novo PowerPoint, onde você pode fazer o gesto de pinça para dar zoom na visão geral de slides, em vez de apertar as teclas de setas para chegar até onde você quiser. É uma pequena mudanças, mas pequenas mudanças como essa estão por toda parte. O Word torna o posicionamento de imagens no texto um deleite (tanto por toques quanto via mouse), o Excel está mais esperto, preenchendo sozinho células de formas novas e espertas e o PowerPoint faz o possível para mantê-lo longe da criação de pesadelos multimídia. Em vez disso, o novo PowerPoint foca em facilitar a navegação e narração dos seus slides, em vez de embelezá-lo com efeitos sonoros de laser e esmaecimentos.
Mesmo que você acabe usando o Office 15 em um desktop tradicional e jamais toque a tela, ele é ainda mais sutil e a melhor maneira de escrever um texto (e as outras atividades que o Office permite) em um PC. Sua interface foi mais aperfeiçoada do que jamais havia sido, ele está intimamente ligado ao SkyDrive (então seus trabalhos estarão sempre a salvo, automática e silenciosamente, para sempre) e os formatos de arquivo da Microsoft ainda são padrões universais. E se você usar o Office 2013 em trânsito, terá uma boa experiência com trabalho de verdade em um tablet — um feito raro.
Tudo isso é realmente inútil. Uma gigantesca parte de vocês usará o Office não importa o que aconteça, simplesmente porque vocês não têm escolha ou porque é apenas mais fácil do que tentar algo novo. Mas o lançamento de hoje funciona bem para essa parte, já que o cidadão obrigado ou indiferente acabará usando a melhor versão já vista da chave de fenda ideal para o ambiente de trabalho. Caso eles notem isso, é claro.
[Office


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sábado, 14 de julho de 2012

Kassab passa a ser investigado no caso Aref


Kassab passa a ser investigado no caso ArefO Ministério Público Estadual (MPE) decidiu investigar oficialmente o prefeito Gilberto Kassab (PSD) no caso dos supostos pagamentos de propina a agentes municipais, como o ex-diretor do Departamento de Aprovação de Edificações (Aprov) Hussain Aref Saab. Após ouvir sete testemunhas e acumular documentos, notas fiscais e outras 


provas, o MPE transferiu na sexta-feira o processo para o setor responsável pela investigação de crimes de prefeitos.
A assessoria de Kassab afirmou que não há nenhum indício que justifique o pedido de apuração contra ele e ressaltou que é "uma irresponsabilidade criminal a mais hipotética alusão ao seu nome". A Prefeitura diz ainda que a investigação sobre as irregularidades apontada no Aprov foi determinada pelo próprio prefeito, com base em denúncias anônimas.

A investigação antes estava a cargo do Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco), que encaminhou o caso para a Câmara Especializada em Crimes Praticados por Prefeitos, um setor específico dentro do Ministério Público que atua na investigação dos chefes dos Executivos municipais. O promotor Yuri Castiglione, do Gaeco, sugeriu à Câmara que tome de novo depoimentos de duas testemunhas que citaram o nome de Kassab durante as investigações. Esse grupo é subordinado diretamente ao procurador-geral de Justiça, Márcio Elias Rosa, e chefiado pela procuradora Márcia Montenegro. Ela já investiga Kassab no caso da inspeção veicular, no qual são apuradas supostas fraudes no contrato com a Controlar. Ambos negam as acusações.

A menção não traz provas ou documentos que comprovem a participação do prefeito. Segundo a própria testemunha, a opinião de Chapela tinha base apenas nos altos valores que seriam destinados a Aref - o relato diz que ao menos R$ 4 milhões teriam sido pagos em subornos pelo Pátio Higienópolis. Aref e o shopping negam.
Chapela é o proprietário da Seron Engenharia, empresa que era subcontratada pela BGE para lidar com regularizações urbanísticas. Segundo ex-funcionárias da BGE, essa era uma das empresas que emitiam notas frias para encobrir o pagamento das propinas. Ele não foi localizado pela reportagem. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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quarta-feira, 11 de julho de 2012

Justiça suíça libera documentos sobre caso de suborno na Fifa


Estadão: Justiça suíça confirma recebimento de suborno por Teixeira e Havelange


Suíça libera documentos sobre suborno na FifaO correspondente do jornal O Estado de S.Paulo em Genebra (Suíça), Jamil Chade, revelou nesta quarta-feira em seu blog que o Tribunal Superior da Suíça liberou os documentos que comprovam o envolvimento de Ricardo Teixeira e João Havelange no esquema de suborno pago pela extinta empresa de marketing ISL a membros da Fifa nos anos 1990,

conforme revelou o jornalista Andrew Jennings, da BBC. A decisão da Corte tem 41 páginas, nas quais estão detalhadas as movimentações financeiras envolvendo Havelange, presidente da Fifa entre 1974 e 1998, e Teixeira, ex-genro de Havelange e presidente da CBF de 1989 até março deste ano. Algumas transferências chegam a 1 milhão de dólares - cerca de R$ 2 mi.

 A decisão desta semana, assim, reverte o veredicto dado pela corte suíça em 2010, que condenou dirigentes por terem recebido subornos da ISL em troca de acordos de transmissão de jogos, mas com a condição de não terem seus nomes revelados, pois eles pagaram de volta parte da propina. A Fifa tem sido pressionada a revelar os nomes de seus membros envolvidos no processo, mas disse que a decisão cabia à Justiça suíça.

Após um primeiro pedido ser negado, o Tribunal Superior do país decidiu liberar os documentos por tratar-se de um caso de "interesse público", segundo Jamil Chade.

 O jornalista também explica que o pedido foi feito pela BBC e por quatro diários suíços. "No caso dos jornais locais, não é exatamente o nome de Teixeira que interessa, mas a transparência na Justiça do país", explicou em seu blog.

Desde que as denúncias foram feitas, Ricardo Teixeira deixou a presidência da CBF, e João Havelange abandonou seu cargo como membro do Comitê Olímpico Internacional (COI). Para ler a informação no blog de Jamil Chade, clique aqui.

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sábado, 7 de julho de 2012

Globo vai esperar final das férias para mexer no programa de Fátima

FolhapressA Globo quer esperar o fim das férias de julho para ver o que pode ser mexido no "Encontro com Fátima Bernardes".

A emissora avalia que só depois disso será possível observar o comportamento da audiência da faixa de horário.

Com isso, nenhuma medida drástica deve ser tomada até setembro.

Enquanto isso, o comercial da emissora comemora a disputada por merchandisings no programa.

Para ter produto anunciado por lá, o cliente não desembolsará menos do que R$ 500 mil.

A informação é da coluna Outro Canal, assinada por Keila Jimenez e publicada na Folha deste sábado (7).


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Compadre Washington solta o verbo e afirma detestar Scheila Carvalho


Para renovar com RedeTV!, Hebe Camargo terá redução no salário - 1 (© Divulgação RedeTV!)SÃO PAULO – O cantor Compadre Washington, integrante do grupo de axé É o Tchan, guardou mágoas do relacionamento que teve com a ex-dançarina Scheila Carvalho.

 Além de não aprovar a postura da morena, que não confirma publicamente o namoro entre os dois, ele disse que a detesta.

 “Não sei porque ela não assume que tivemos um romance, não sei se ela tem vergonha ou porque quando a gente terminou, brigou mesmo.

Não falo com ela, a detesto, não gosto dessa mulher”, disparou, em entrevista ao programa 'Universo Axé', da TV Aratu, da Bahia. E o desabafo não acabou por aí. Washington não se conformou, até hoje, com a forma que o fim relacionamento ocorreu.

E ele culpa Scheila por ingratidão. “Isso tudo porque teve um lance que quando terminamos, ela deixou de falar com minha filha que adorava ela.

Minha família deu atenção a ela quando veio para Salvador e ela fez isso com minha filha. Essa foi minha mágoa maior. A gente terminou e ela se esqueceu da minha filha, não falava com ela. Mexeu com a minha família, vai tomar pau”, completou ele. Sobre o marido da dançarina e apresentadora, Toni Sales, o cantor falou mal, mas garantiu que a raiva não é pelo fato de o rapaz ser o atual parceiro da moça. “Desde que ele começou na banda [É O Tchan] eu nunca fui com a cara dele e isso não teve nada a ver com a Scheila.

Isso foi bem antes. E olha que ele tem um parentesco comigo. Para mim, o artista tem que ser original, não gosto de artista que tem marra. E ele é marrento.”


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domingo, 1 de julho de 2012

Área indígena sagrada vai virar hidrelétrica de Teles Pires


Na curva onde o rio divide os Estados do Pará e Mato Grosso, as águas esverdeadas e velozes do Teles Pires escondem...


Área indígena sagrada vai virar hidrelétrica de Teles PiresNa curva onde o rio divide os Estados do Pará e Mato Grosso, as águas esverdeadas e velozes do Teles Pires escondem um santuário de belezas naturais e um reino místico da cultura indígena. Para o "homem branco", nada mais é do que a sequência de sete quedas de corredeiras. Entre os povos indígenas, trata-se de um lugar sagrado, que não pode ser mexido. Ali, entre ilhas, pedras e uma mata ainda intocada, eles acreditam que vivem os espíritos de seus antepassados, a mãe dos peixes e da água. "Se for destruído, coisas ruins vão acontecer para o homem branco e para a comunidade indígena", prevê o cacique João Mairavi Caiabi, que aos 51 anos comanda 206 pessoas da aldeia Cururuzinho.



Segundo ele, algumas dessas maldições já perturbam o dia a dia dos índios: "Temos pessoas com suspeita de tuberculose. Isso nunca aconteceu antes na comunidade. É reflexo das intervenções no rio e na floresta". Os caiabis moram a alguns quilômetros das corredeiras Sete Quedas, nas margens do rio onde está sendo levantada a Hidrelétrica de Teles Pires, a quarta maior usina em construção no Brasil, com 1.820 megawatts (MW) de potência - energia suficiente para abastecer 5 milhões de habitantes, a maioria do Sudeste.

Na região, também moram os índios da etnia mundurucu, considerados mais arredios, e apiacá, que juntos somam uma população de cerca de 600 índios - alguns deles são acusados de nunca terem ido nas Sete Quedas. A exemplo de outras obras, como Belo Monte (PA), a barragem, de R$ 3,6 bilhões, enfrenta fortes protestos de índios, ambientalistas e do Ministério Público, contrários à expansão das usinas na Amazônia. A preocupação do cacique João é que, só na Bacia do Teles Pires, devem ser construídas mais quatro hidrelétricas, além das duas em andamento (Teles Pires e Colíder). Para tirar os projetos do papel, cerca de 70 mil hectares de floresta dariam lugar aos lagos - isso significa 70 mil campos de futebol.



Embora elevado, o número é bem inferior ao das usinas do passado - a Hidrelétrica de Balbina, no Amazonas, inundou quase três vezes mais para gerar apenas 275 MW. Hoje, diante da preocupação ambiental, quase todas as usinas são a fio d'água, sem grandes áreas de reservatório. Se por um lado reduzem a potência da unidade, por outro diminuem substancialmente o impacto ambiental. Isso não significa, entretanto, impacto zero, especialmente para os indígenas.

Compensação ambiental. 



O lago de Teles Pires terá 9.500 hectares de área inundada, sendo que 7 mil hectares terão de ser desmatados. Em compensação, a Companhia Hidrelétrica de Teles Pires (CHTP, formada por Neoenergia, Furnas, Eletrosul e Odebrecht), que detém a concessão da usina, terá de pôr em prática 45 programas sociais, ambientais e indígenas, num total de quase meio bilhão de reais (15% do valor total da obra).
Estão sendo criados projetos de monitoramento de clima, água e solo; controle de prevenção de doenças; construção de escolas, unidades de saúde, terminal rodoviário, pontes e a pavimentação de ruas. Há ainda programas de resgate de fauna e flora de toda área impactada, além do monitoramento de algumas espécies em extinção. Não importa se é um grande mamífero ou simplesmente uma borboleta, como a Agrias Claudina, ameaçada no Pará. "Todos precisam ser resgatados e catalogados", afirma a gerente de Meio Ambiente da CHTP, Maíra Fonseca Moreira Castro.
Mas, numa região com a biodiversidade tão rica como na Amazônia, é praticamente impossível evitar todos os prejuízos. Maíra conta que já foram resgatadas 1.084 espécies diferentes de árvores na área da usina, sendo que 638 delas foram descobertas após os estudos de impacto ambiental. Só de orquídeas são 85.326 espécies diferentes. Tudo isso catalogado e resgatado por 60 pessoas.

O Plano Básico Ambiental (PBA) indígena é tratado a parte. A CHTP desenhou 12 programas com investimentos para atender as 12 aldeias indígenas da área. Mas a proposta está longe de atender aos anseios das lideranças da região, que ainda não aprovaram o documento. "O PBA está muito fraco. Precisamos de projetos melhores na saúde, educação e habitação", afirma Elenildo Caiabi, um jovem de 25 anos que conhece bem tanto a cultura indígena como a do "homem branco". Para ele, as aldeias precisam reivindicar seus direitos enquanto a usina está em construção. "Depois vão todos embora e nós ficamos apenas com os prejuízos, sem lugar para caçar e pescar."
A lista de equipamentos pedidos pelos índios à CHTP é grande - e cara. Inclui caminhonetes importadas, como Mitsubishi, barcos e motores, antenas parabólicas, etc. A justificativa é a localização. Para chegar à aldeia Cururuzinho, no Pará, há duas alternativas. De avião, gasta-se meia hora saindo de Paranaíta, a cidade mais próxima no Estado de Mato Grosso. Mas esse é um meio de transporte apenas para os visitantes. Normalmente, os índios levam cinco horas para chegar à cidade, sendo duas horas de carro e mais três horas de barco.
Modernidades. Na comunidade, cercada de um lado pelo Rio Teles Pires e de outro pela Floresta Amazônica, as casas - algumas retangulares e outras, ovais - ainda são feitas de madeira e cobertas de folhas de palmeiras. No chão, apenas terra batida. A única casa de alvenaria é reservada aos visitantes da aldeia. Mas alguns avanços da cidade já fazem parte da vida dos caiabis. A aldeia tem um orelhão e energia elétrica produzida por gerador, que funciona à noite ou quando alguém precisa usar o computador, por exemplo.

Eles têm fogão a gás, mas quase nunca usam. Preferem o fogão a lenha, improvisado com tijolos e uma chapa, melhor para assar peixes e carne de animais nativos, como jacu, cateto e paca. Alguns alimentos do "homem branco" também integram as refeições dos índios, como arroz, café e açúcar. "Mas preferimos o peixe, a caça e a farinha de mandioca, plantada aqui do lado", afirma Valdete Caiabi, que aos 25 anos é mãe de cinco filhos. "Dizem que não vai ter nenhum impacto para nós. Mas temos parentes que moram perto de outras hidrelétricas e hoje não têm mais peixe para comer. O rio é o nosso mercado", diz ela.

Em março, a Justiça suspendeu a licença de instalação da usina, alegando que os índios não haviam sido ouvidos. As obras, na época com 2 mil trabalhadores, ficaram paralisadas por 12 dias. A CHTP teve de alugar avião para levar os trabalhadores para casa durante esse período.

De acordo com a empresa, todas as audiências públicas foram feitas dentro da lei e gravadas. Mas para o procurador da República no Pará, Felício Pontes, pela lei, é o Congresso Nacional que tem de fazer oitivas nas aldeias indígenas e não engenheiros e executivos. Segundo ele, entre Ministério Público Federal e Estadual, há cerca de 11 ações propostas contra a usina de Teles Pires.

"Fizemos várias alterações no projeto para reduzir os impactos ambientais na região. Vamos produzir mais megawatts com menos área alagada e devastada", afirma o diretor de Sustentabilidade da CHTP, Marcos Azevedo Duarte. As mudanças, no entanto, não seduzem os caiabis: "Queria o rio do jeito que Deus deixou", diz Valdete.

Fonte:
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quinta-feira, 28 de junho de 2012

SBT desiste de novo processo judicial contra o 'Pânico na Band'


Emissora quer evitar 'burburinho' sobre o caso



Por FAMOSIDADES
SÃO PAULO – Depois de muito se falar que o SBT iria entrar com nova ação contra o “Pânico na Band” por conta do velório do personagem Silvio Santos, que o humorístico fez durante a atração do último domingo (24), a emissora do 'Homem do Baú' decidiu deixar o episódio de lado e não acionar judicialmente mais uma vez a trupe de Emílio Surita.

Integrante do One Direction está apaixonado por Demi Lovato - 1 (© Reprodução Twitter)Segundo o blog de Daniel Castro, o canal da Anhanguera desistiu de um novo processo contra o programa depois de a cúpula da empresa se reunir para debater o assunto. De acordo com o jornalista, não houve consenso entre a diretoria da emissora sobre o que fazer e, por isso, a ideia foi abandonada.

Ainda conforme a publicação, os representantes do canal de Silvio Santos acharam que mais um processo contra o 'Pânico na Band' só aumentaria o burburinho favorável a eles.
O SBT também decidiu não pedir à justiça a aplicação da multa de R$ 100 mil à 

rede Bandeirantes, por ter mostrado o comediante Wellington Muniz caracterizado como Silvio em um caixão.

A ideia dos diretores do canal é fazer com que o assunto “morra”, já que a audiência do humorístico está caindo nos últimos meses e se distanciou do “Programa Silvio Santos” no ibope da Grande São Paulo.

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